Para que serve UTM (e como usar)
UTM são pedaços de texto colados no fim do endereço para dizer ao Google Analytics de onde veio cada visita. Sem eles, tudo o que vem de Instagram e WhatsApp entra no relatório como origem desconhecida.
Preencha origem, meio e campanha e copie o link pronto para o Google Analytics. Depois, encurte o resultado aqui mesmo.
Link direto: quem clica vai ao destino na hora, sem página no meio.
Sem UTM, o Google Analytics sabe no máximo que a visita veio "do Instagram" ou chegou "direto", e mistura a bio, o story, o anúncio e o link mandado no WhatsApp numa coisa só. Com UTM, cada link diz de onde veio: a campanha de Dia das Mães no story aparece separada da mesma campanha na newsletter, e você descobre qual das duas vendeu.
Os parâmetros entram no fim do endereço, depois de um ponto de interrogação, e não mudam nada na página que a pessoa vê. O gerador acima monta essa parte sem erro de digitação. Tudo acontece no seu navegador: nada do que você digita aqui é enviado para lugar nenhum até você decidir encurtar.
Uma loja quer divulgar a coleção de inverno no story do Instagram e na newsletter da semana. No gerador, ela cola o endereço da página da coleção e preenche duas vezes: no primeiro link, origem instagram, meio stories e campanha colecao-inverno; no segundo, origem newsletter, meio email e a mesma campanha. Os dois links abrem a mesma página, mas no Analytics aparecem separados, dentro da mesma campanha. Uma semana depois, dá para ver qual canal trouxe mais visitas e, se o site registra vendas, qual vendeu mais.
O erro mais caro com UTM não é técnico, é de consistência. Se uma pessoa da equipe escreve "Instagram", outra "instagram" e uma terceira "ig", o relatório passa a ter três origens para o mesmo canal. Combine uma lista curta de origens e meios, use sempre minúsculas e hífen no lugar do espaço. O gerador já converte o que você digita para esse formato.
Um link com cinco parâmetros passa fácil de 150 caracteres e parece suspeito para quem recebe. Depois de montar, toque em "Encurtar este link": ele vai para o encurtador logo abaixo e sai em redire.to. Com a conta grátis do Redireto, o link curto ainda conta os cliques por conta própria, o que ajuda a conferir se o número do Analytics bate com o de quem realmente tocou no link.
São parâmetros acrescentados ao fim do link, como utm_source e utm_campaign, que dizem ao Google Analytics de onde veio a visita. Eles não mudam a página, só a forma como a visita é registrada.
Na prática, origem (utm_source), meio (utm_medium) e campanha (utm_campaign). Termo e conteúdo são opcionais e servem para separar palavras-chave ou versões de um mesmo anúncio.
Fazem. O Analytics trata "Instagram" e "instagram" como origens diferentes e divide o relatório. Por isso o gerador converte tudo para minúsculas, tira os acentos e troca espaço por hífen.
Não é recomendado. UTM em link interno reinicia a sessão no Analytics e apaga a origem real da visita. Use só em links que apontam para o seu site a partir de fora.
Porque os parâmetros deixam o endereço enorme e com cara de rastreamento. Encurtado, ele cabe na bio e no WhatsApp, e o Redireto ainda conta os cliques antes de a pessoa chegar ao site.
UTM são pedaços de texto colados no fim do endereço para dizer ao Google Analytics de onde veio cada visita. Sem eles, tudo o que vem de Instagram e WhatsApp entra no relatório como origem desconhecida.
Um link comum não conta nada. Para saber quantas pessoas clicaram, o link precisa passar por um encurtador com estatísticas, ou o destino precisa ter Google Analytics instalado.
Encurtar leva menos de um minuto em qualquer encurtador. A parte que resolve o seu problema é escolher onde colar o link, porque no Instagram só a bio e os Stories são clicáveis.
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